terça-feira, julho 08, 2008
it's been a wonderfull experience
domingo, junho 29, 2008
domingo, junho 22, 2008
Patrocínio
quarta-feira, junho 18, 2008
Que Deus salve e guarde as nossas alminhas

domingo, junho 15, 2008
Medo
Quem estudou História, quem sabe o que aconteceu por esses séculos fora, quem viu as imagens nos livros de tudo o que o ser humano foi e é capaz de fazer, quem sabe que há apenas 60 anos fábricas para matar pessoas estavam a funcionar no mais sofisticado dos continentes, quem leu sobre a guerra, as guerras, os ódios, as ideologias abstractas assassinas, as fomes e as pestilências, o desejo de impor uma supremacia religiosa cortando cabeças se necessário, quem aprendeu todo este desfile de horrores sabe que as últimas décadas na vida da Europa (a ausência da guerra entre democracias) são o maior milagre político da história da humanidade. Sabe que os tempos que vivemos são absolutamente excepcionais. Esta coisa de nos preocuparmos com a nossa vidinha somente, de os nossos maiores problemas serem o colega de trabalho que dá connosco em doidos, a aulas de Pilates a horários que não nos dão jeitinho nenhum ou que a pessoa X não teve a decência sequer de nos retribuir com um telefonema, isto é uma vida de sonho. Cada vez que desço à terra e me lembro que são estes os nossos problemas, dou graças a Deus. Estamos longe de imaginar o que será uma vida dura. Mas quem sabe isto sabe também como é extremamente frágil e reversível toda esta doce existência. Pessoalmente, sinto medo, ME-DO, quando ouço falar de gasolina que não chega aos postos de abastecimento, de comida que não há nas prateleiras dos supermercados, de greves e lock-outs em vários países em simultâneo, de preços que sobem até não ser mais possível suportá-los, de inflações que deixam as famílias sem saber como pagar o tecto que as abriga, de recessões e estagnações económicas em efeito dominó, de um oceano imenso idosos que um dia não terão jovens suficientes que lhes paguem a velhice. De gente desvairada que não tarda começa a encher as ruas bradando contra a decadência, os deboches, os vícios e as ineficácias da Democracia. A mim, assusta-me terrivelmente a hipótese de perder esta liberdade fútil de que gozamos hoje.
Quem sabe o que foi a História, sente um ligeiro desconforto em estar-se marimbando para os problemas do mundo e querer é saber se o Cristiano Ronaldo vai ou não para o Real Madrid. Mais tarde ou mais cedo, o mundo vai acabar por bater-nos à porta.
quarta-feira, junho 11, 2008
sexta-feira, junho 06, 2008
Grande homenagem a essa grande senhora


quarta-feira, junho 04, 2008
segunda-feira, junho 02, 2008
Os últimos dias de masculinidade plena
segunda-feira, maio 26, 2008
sexta-feira, maio 23, 2008
A minha contribuição para a saúde pública
Pois agora o meu caso, aparentemente também milagroso: ao tirar um tabuleiro do forno (a 210º) armada em boa (ou seja, só com uma mão), este escapou-se-me e tive que o agarrar instintivamente com uma mão descoberta e, na fracção de segundo a seguir, com a outra. Ou seja, acabei com um tabuleiro a escaldar, a maior dor que se possa imaginar, bem agarradinho pelas minhas mãozinhas suavezinhas e perfeitas. E que fiz? Besuntei as mãos com pasta de dentes. Três horas depois, já não tinha nada. Não acreditam? Então experimentem isto em casa.
Já sabem:
- clara de ovos
- pasta de dentes
De nada.
quarta-feira, maio 14, 2008
60 anos
60 anos, uma democracia parlamentar, um crescimento económico pujante, sete prémios Nobel, os melhores hospitais, as melhores universidades, a melhor tecnologia de ponta, uma criatividade cultural sem paralelo no Médio Oriente.Os países vizinhos, com o dobro do seu tamanho e especializados em bater em mulheres, gays, infiéis e gente que pensa pela própria cabeça, querem apagá-lo do mapa desde o momento da fundação. Nunca conseguiram.
domingo, maio 11, 2008
quinta-feira, maio 01, 2008
Uau
domingo, abril 27, 2008
Desilusão
segunda-feira, abril 21, 2008
Dias da Música em Belém 2008
sábado, abril 12, 2008
Ideias para o futuro
Rothko - Vermelho, Branco e Castanho, 1957
sexta-feira, abril 11, 2008
quarta-feira, abril 09, 2008
acto de contrição
Agradecida.
domingo, abril 06, 2008
TRICAMPEÃO 2005-2008

sexta-feira, abril 04, 2008
Discurso do Primeiro-Ministro australiano aos Muçulmanos
Em vez de proibir o Islão, como pretende o deputado holandês Geert Wilders, defendo que deve ser esta a mensagem para os inúmeros muçulmanos que querem impôr a Sharia: aqui, impera esta lei, e mais nenhuma. Take it or leave it.
' Os imigrantes não australianos devem adaptar-se. É pegar ou largar!
Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria dos Australianos. A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade.
A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte,se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!
A maior parte do Australianos crê em Deus. Não se trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto, porque homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo, como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura.
Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco..'ESTE É O NOSSO PAÍS, A NOSSA TERRA, E O NOSSO ESTILO DE VIDA'. Oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade autraliana, : 'O DIREITO de PARTIR. Se não são felizesaqui, então PARTAM. Não vos forçamos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que vos aceitou.'
sexta-feira, março 28, 2008
Crime e castigo

A peixeirada retratada tão oportunamente por telemóvel na Escola Carolina Michaëlis foi coisa que não me surpreendeu. Quem frequentou uma escola pública portuguesa, mesmo uma escola pública razoavelmente bem frequentada como eu frequentei, sabe bem o que por lá se passa. Não são casos isolados, são o quotidiano mais banal que se possa imaginar.
Tive aulas em que alunos estavam confortavelmente sentados em cima da mesa como se do bar da escola se tratasse, tive aulas em que a gritaria era tanta durante os “exercícios práticos individuais” que as professoras simplesmente desistiam e assistiam impotentes à rebaldaria, à espera que tocasse para a saída. Tive aulas em que os alunos contavam anedotas ordinárias aos professores. É verdade que também tive um ou outro professor à séria, dos que prometiam enfiar a cabeça na parede de um dos selvagenzinhos se este não se comportasse (isto funcionava). Mas o caos está mais ou menos generalizado na escola pública.
Durante uma dessas sessões educativas, disse à minha colega de carteira da altura: se isto fosse gravado e exposto ao país, ficava tudo parvo. Felizmente, a tecnologia fez-me o gosto. O episódio da Carolina Michaëlis é uma espécie de dia-a-dia no ensino público português e quem diz que não é porque não conhece ou simplesmente não o quer admitir. Não é preciso ir mais longe, basta contabilizar o número de professores que frequenta o psicólogo para percebermos o que temos em mãos. E também não é preciso chegar aos casos das agressões. Basta ficarmo-nos pela má educação generalizada permitida.
Isto é tudo mais interessante quando acabo de ouvir no telejornal da SIC um psiquiatra mesmo escolhido a dedo, pleno dos mesmos tiques daqueles que deram cabo da educação. Medidas repressivas? Ah não, a realidade é muito complexa, a realidade é multifacetada, a realidade é multifactorial, a realidade não é linear, a realidade tem muitas vertentes, é preciso compreender todas a variantes e complexidades e particularidades e agir de forma inclusiva e não restritiva. Já perdi conta ao número de vezes e de sítios em vi que este discurso repetido até à náusea. O problema destes teóricos de vão de escada é que com tanta complexidade multifactorial perdem de vista valores bem simples e singelos, como por exemplo o de cada crime ter um castigo. É uma coisa bem clara e que faz todo o sentido, mas não cabe de certeza em muitas cabeças cheias de blá blá blá abstracto de manuais académicos de toda a espécie. A recusa do psiquiatra em aceitar que nas escolas privadas tais cenas não acontecem - porque há um castigo à espera do prevaricador e todos o sabem - é sintomática. Mete dó.
Ok, concedo. Também há o problema dos pais. Os pais destes filhos também são um caso bicudo. Não conheço a realidade alheia, fora de Portugal, mas sei que cá dentro as gentes dividem-se da seguinte forma.
Há a grande maioria da população tuga, que eu cifraria em 70 %, e que é uma massa mais ou menos homogénea de broncalhões, mal-educados, grunhos, sopeiras, em suma, gentinha. Obviamente, daqui não podem sair bons exemplos. Mesmo quando não se interessam especialmente pelo rumo da educação dos filhos, abespinham-se quando sabem que este ou aquele professor tentou meter o rebento na ordem e vão lá eles próprios mostrar como é que é.
Depois, há cerca de 20 % de pessoas que, não cabendo propriamente na categoria dos broncalhões e dos grunhos, representam uma espécie de classe média com um ligeiro toque de novo-riquismo espiritual. Os filhos são deuses, recebem trinta prendas no Natal, aos dez anos já trocaram três vezes de telemóvel, mandam nos pais, são, no máximo dos máximos, adoráveis bons selvagens, têm uma personalidade forte. É deixá-los expressarem-se.
Por fim, sobram 10% de pessoas decentes e com nível. Mas talvez esteja a ser optimista, um milhão de pessoas em Portugal é muita coisa. Talvez sejam apenas 5%.
A escola pública fez-se para tirar Portugal do analfabetismo puro que se encontravam. Conseguiu-se alguma coisa, mas o resultado três décadas depois não é nada brilhante. Passámos do analfabetismo puro da maioria para a mediocridade confrangedora da maioria. Não é apenas o aluno que trata o professor como se este lhe fosse igual (doce perversão), é finalistas universitários que não sabem escrever português e mais de metade dos resultados dos exames nacionais de matemática do 9º ano serem negativos. É esta mediocridade insuportável que grassa, e só podia. Porque princípios simples e singelos como crime-castigo, trabalho-recompensa ou sacrifício-resultados aparentemente são tão difíceis de implementar. A ministra da Educação, que agora vem tentar concertar (invariavelmente por diarreia regulamentar) toda a porcaria causada pelo seu próprio ministério, mostrou bem o que pensa disto, quando disse isto à Judite de Sousa: não importa como os alunos passam de ano, desde que tenham nota para passar. Mais do mesmo.
segunda-feira, março 24, 2008
Post fora de horas
Resposta: o comportamento estúpido consegue ser mais irracional do que o dos animais ditos cujos.
domingo, março 23, 2008
Síndroma de Domingo
Melancolia, saudade do passado, angústia perante o futuro, incerteza e impasse, pessimismo cerrado. O Domingo é uma espécie de suspensão do tempo, em que existe uma revisão do que foi e uma previsão tímida do que será. É quase sempre assim.
Momento apropriado para tocar a minha musiquinha dos momentos tristes:
Hey, Jude, don't make it bad
Take a sad song and make it better
Remember to let her into your heart
Then you can start to make it better
Hey, Jude, don't be afraid
You were made to go out and get her
The minute you let her under your skin
Then you begin to make it better.
And any time you feel the pain, hey, Jude, refrain
Don't carry the world upon your shoulders
Well don't you know that its a fool who plays it cool
By making his world a little colder
Hey, Jude! Don't let her down
You have found her, now go and get her
Remember, to let her into your heart
Then you can start to make it better.
So let it out and let it in, hey, Jude, begin
You're waiting for someone to perform with
And don't you know that it's just you, hey, Jude,
You'll do, the movement you need is on your shoulder
Hey, Jude, don't make it bad
Take a sad song and make it better
Remember to let her into your heart
Then you can start to make it better
terça-feira, março 18, 2008
Dois grandes pecados mortais
A dose de culpa que sinto não chega sequer perto da incapacidade de lhes resistir.
sábado, março 08, 2008
Dia Internacional da Mulher

quinta-feira, março 06, 2008
quinta-feira, fevereiro 21, 2008
mas os chineses vão levar a melhor
quarta-feira, fevereiro 20, 2008
Como distinguir chineses de japoneses
Não, não sei dizer qual das duas espécies tem os olhos mais em bico. Mas os japoneses são bem mais bonitos que os chineses. Se me puserem uma foto de um chinês e de um japonês à frente, eu não sei dizer em que é que se distinguem, mas sei que o japonês vence claramente a corrida estética. Seja como for, os chineses (os homens) perderiam logo, mesmo que fossem bonitos, pelo simples facto de muitos deles usarem unhacas.
Outro factor que nos permite saber se estamos num restaurante japonês a sério ou num restaurante japonês feito por chineses é isto: nestes últimos, os que servem os clientes passeiam-se entre as mesas com ar de guardas vigilantes. Acredito que guardem cacetetes debaixo dos trajes exóticos. Sei que sinto medo e desconforto. Ah, e a comida, claro. Restaurante japonês feito por chinês é pleno de peixe cru duro e a saber a mofo, arroz excessivamente avinagrado e batatas fritas a passar no tapete rolante, o que torna uma experiência maravilhosa num pesadelo.
E há mais: este restaurante japonês feito por chineses perto do meu escritório tem uma especifidade que lhe confere ainda maior encanto: o desperdício paga-se. Ou seja, se não gostar e deixar no prato, paga por isso.
Isto a propósito do tema de capa da Time Out desta semana, sobre a moda do sushi em Lisboa. Num artigo sobre a profileração de restaurantes japoneses, faltavam lá estas dicas preciosas.
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
dia dos namorados
sábado, fevereiro 09, 2008
quinta-feira, fevereiro 07, 2008
You go girl
Isto é uma asneirada. Obviamente, estou pela Hillary Clinton e sou uma fervorosa pelo sistema de saúde universal. Além disso, uma mulher que consegue superar desta forma a humilhação pública de o marido a ter traído com a secretária gorda terá sempre a minha simpatia e admiração.
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
É possível um gato ronronar 24 horas por dia, 7 dias por semana?
domingo, janeiro 20, 2008
alucinados

João Miguel Tavares, DN de 15 de Janeiro de 2008
sábado, janeiro 19, 2008
terça-feira, janeiro 15, 2008
sexta-feira, janeiro 11, 2008
nada mais que isto
Incomoda-me muito. Bem sei que nem todos podem ser excelentes. Génios só há um ou dois a andar por aí. Mesmo os médios-bons não são um grupo de entrada ilimitada. Há maus, burros, inaptos, gente com falta de jeito, gente que passa sempre ao lado, e com naturalidade, porque todos temos direito à vida. Eu sou razoavelzita, e que mal há nisso? Supostamente nada. Não deveria haver.
A minha mediocridade incomoda-me muito, por um facto que permanece intocável desde que me conheço: gosto muito de mim. Tenho muita ternura pela minha pessoa, quero estar rodeada do melhor (acho que mereço), gosto que gostem de mim, gosto que me admirem. Em suma, acho que sou passível de ser adorada. Quando faço tudo contrário, não tenho o hábito de me maldizer, de pensar coisas como "odeio-me!", "há tanto em mim que eu gostava de mudar", como faz muito boa gente. Não vivo nessa tribulação de sentir que a primeira pessoa de quem não gosto é de mim própria. Eu não.
Não que isto seja especialmente benéfico para a minha auto-estima, porque não é. Incomoda-me a minha própria mediocridade porque me incomoda que os outros não me vejam como fantástica. Quando eu era pequena, eu acreditava que ia ser a pessoa mais famosa do mundo.
quarta-feira, janeiro 09, 2008
Sim,
quarta-feira, dezembro 19, 2007
acabou-se ou talvez não
Pior que isso, que não tem nem poderia nunca ter coisas boas e giras para revelar ao mundo, de resto o subtítulo do blogue já devia ter preparado de antemão todos os que aqui entram - "blogue sobre nada". A Asneirada tem a declarar que não lhe subjaz razão alguma para existir nem subsistir, a não ser um instinto primário e infantil de marcar território (como os gatos) e montar um estaminé no mundo virtual.
A Asneirada tem a declarar que a sua proprietária não tem pachorra, definitivamente, para abrir o blogger, pôr o e-mail e a password, escrever o texto e linkar quando tem que ser, deixar a sua opinião e contribuir para mudar o mundo. A Asneirada é profundamente céptica, ultimamente encolhe os ombros a quase tudo, e não se leva minimamente a sério. A Asneirada declara ainda que não terá paciência, vai-se já avisando, para comments e reacções do estilo "mas que post foi aquele, pá??".
A Asneirada declara que este blogue é, quanto muito, uma perda de tempo na vida da proprietária. Pois esta, em vez de ter aberto o blogger, inserido o e-mail e a password, e escrito um texto (sem links, felizmente) que não vai de todo mudar a vida da humanidade, devia estar a ler «Platon et le Simulacre» de Deleuze, e se querem que eu diga sobre o que é, apenas posso dizer que não faço a mais pálida ideia, mas está na bibliografia obrigatória do meu mestrado.
A Asneirada tem a declarar, não obstante o óbvio desprezo pelo seu conteúdo, que nunca está satisfeita com o seu aspecto e que precisa de ir frequentemente ao cabeleireiro e à manicure. Mais vale parecer do que ser, é o que isto significa. A Asneirada reconhece e não tem problemas em admitir que é um blogue fútil. Se subsistir, nova ida ao salão já está marcada na agenda.
A Asneirada declara que a sua proprietária sente que não pode continuar a desperdiçar o seu tempo com a sua Criação, pois acredita que se não é hoje uma pessoa melhor, mais valorosa e mais íntegra, é porque desgraçadamente o dia só tem vinte e quatro horas (e oito delas são para passar na cama) e porque ao longo dos últimos tempos foi obrigada a fazer escolhas difíceis e definir prioridades que a afastaram dos seus companheiros de rumo de sempre. A proprietária d' A Asneirada sente-se genuinamente triste e derrotada por isso.
A Asneirada declara que a sua proprietária acaba de atravessar o pior ano da sua vida. Este é por isso o último texto de 2007. Que este ano acabe o mais rapidamente possível, é o que deseja a Joana, que está cansada e que já não aguenta viver nele (2007) muitos mais dias. A Asneirada deseja a todos portanto um bom Natal, já que o seu próprio não será grande coisa, e que deixem todos para trás este ano tão nefasto. Em 2008, logo se vê se o blogue continua.
manifesto extremamente irritado
e quem diz que gosta do Inverno, das duas uma: ou não sabe o que diz ou então adora sofrer!
sexta-feira, dezembro 07, 2007
grandíssima descoberta
quarta-feira, dezembro 05, 2007
terça-feira, dezembro 04, 2007
4 de Dezembro
Eu nasci a 11 de Setembro e o meu pai a 11 de Março.
Por tudo isto, já sei quando será a próxima tragédia de contornos presumivelmente assassinos: a 6 de Setembro, que é quando faz anos o meu irmão.
sábado, dezembro 01, 2007
parabenização
Isto é nitidamente a malta de CPRI 2001-2005 a subir na vida.
Parabéns!
perderam a cabeça!

Esta é a grande notícia da semana. Qual cimeira de Annapolis, qual Portela + 1, qual greve da função pública...
A cabeça que se lembrou de um nome destes para operadora de telemóveis, que após longo retiro para reflexão chegou à conclusão que "fónix" é a expressão ideal apelar às camadas jovens deste país, é um génio do marketing.
quinta-feira, novembro 29, 2007
domingo, novembro 25, 2007
I gave myself in that misty light
Was hypnotized by a strange delight
Under a lilac tree
I made wine from the lilac tree
Put my heart in its recipe
It makes me see what I want to see
and be what I want to be
When I think more than I want to think
I do things I never should do
I drink much more than I ought to drink
Because it brings me back you
Lilac wine is sweet and heady, like my love
Lilac wine, I feel unsteady, like my love
Listen to me... I cannot see clearly
Isn't that she coming to me nearly here?
Lilac wine is sweet and heady, where's my love?
Lilac wine, I feel unsteady, where's my love?
Listen to me, why is everything so hazy?
Isn't that she, or am I just going crazy, dear?
Lilac Wine, I feel unready for my love,
feel unready for my love
sábado, novembro 24, 2007
Grandes tretas

quarta-feira, novembro 21, 2007
Convalescente
Por isso, e porque na verdade não tenho nada de interessante para dizer (apesar do apoio que amigos me prestam na caixa de comentários :) ), deixo-vos com um momento lúdico, na music box para esta semana: José Cid anotado.
Beijinhos a todos e até breve
sábado, novembro 03, 2007
quinta-feira, novembro 01, 2007
terça-feira, outubro 30, 2007
quinta-feira, outubro 25, 2007
Recomendação e indagação

Recomendo vivamente a Time Out Lisboa. Começará por certo a fazer parte dos meus rituais semanais.
Uma objecçãozita apenas. A única parte má foi a secção "gay", dedicada a "Deborah Kristal", a/o (nunca sei) travesti mais famoso de Lisboa.
São coisas que irritam. Já o Pride 2007 na Praça do Comércio (auto-intitulado "lésbico, gay, bissexual, transgénero e hetero") não passou de um desfile horrendo de transformistas em palco.
A pergunta impõe-se: PORQUE RAIO?
domingo, outubro 21, 2007
Brejeirice
É impressão minha ou os Gatos Fedorentos vão de mal a pior? O Diz Que É Uma Espécie De Magazine faz-me lembrar O Herman quando começou a descambar para a ordinarice. Que pena! O que ainda salva o programa são os tesourinhos deprimentes da televisão portuguesa (mas se eu pudesse escolher, sem os comentários dos Gatos pelo meio).
sábado, outubro 20, 2007
A sugestão do Chef
Eu sei que há quem me acuse de fazer uma publicidade desmesurada a este restaurante, mas a verdade é que desde que o comecei a recomendar, toda a gente passou a ser fã. Eu adoro adoro adoro este sítio. O Spaghetti Mamma Rosa é delicioso e só de pensar nele fico a salivar.O Mamma Rosa fica na Rua do Grémio Lusitano, no Bairro Alto, e é a antítese dos novos restaurantes italianos que querem ser ultra chiques e sofisticados na decoração e nos pratos. É pequenino, parece uma casa de lenhador, tem toalhas à italiana (riscas cruzadas verdes e brancas) e aquele ambiente intimista. É o máximo!
Adenda: a Inês passou por aqui e sentiu-se muito sentida por não ter sido referida na descoberta do Mamma Rosa. Fica a homenagem à senhora que mais sabe de restaurantes na capital de Portugal (a sério, she's the one).
quarta-feira, outubro 10, 2007
Ela está em Bilbao

é este o rio de que me falas?
A pessoa que é, por si só, a definição exacta e perfeita de amizade, encontra-se neste momento noutro país, a cuidar de si (e só faz é bem). Se quiserem saber que pessoa extraordinária é essa, têm que se deslocar até Bilbao. É a Marta. Muitos beijinhos e muitas felicidades nessa tua aventura, e um até breve já cheio de saudades.
sábado, outubro 06, 2007
Não estou nessa droga

Cada vez mais se me revela que o Hi 5 é um antro de descerebrados, cultivado por descerebrados e feito propositadamente para os descerebrados deste mundo se expressarem. Como é possível que as pessoas exponham tanto da sua vida, mostrem trinta mil fotos suas (na escola, no jardim, no centro comercial, na casa de banho), revelem informações pessoais e se submetam ao ridículo de forma tão consciente? Sim, o que leva as pessoas a quererem ser ridículas? - se isto não é intrigante, eu não sei o que é!





























