terça-feira, julho 08, 2008

it's been a wonderfull experience


Os dias passados em Tavira a organizar e fazer a FORMAS - Feira de Artes Performativas foram uma experiência que dificilmente esquecerei. O calor imenso (como eu adoro), as montagens, os espectáculos, os imprevistos, as gargalhadas e os mesmos os stresses. Subir e descer a cidade vezes sem conta num só dia. A casa assombrada onde fiquei hospedada. O sono. A felicidade de termos conseguido.

domingo, junho 29, 2008

Até logo


Cenário para os próximos dias: Tavira

Força Espanha


domingo, junho 22, 2008

Patrocínio



Este blogue apoia Roger Federer no Wimbledon 2008

(nota: este é um movimento muito efectuado por mim dentro do court, o saltinho em estilo. Há quem diga que isto é tecnicamente desaconselhável e até disparatado. Aqui está a prova em contrário, do Mestre ele próprio)

quarta-feira, junho 18, 2008

Que Deus salve e guarde as nossas alminhas













Phillys e Del casaram-se na California, ao fim de 50 anos de namoro.

E agora, a civilização vai ruir.
Estas mulheres estão doentes há meio século! Doentes! Não deixaides, ó não, as criancinhas ver isto! Ouvides todos as palavras do nossos santo Alberto João Jardim, bom homem que ele é, e que avisou: não deixaides chegar este deboche à alma portuguesa!. Não permitides que a pouca vergonha se entranhe nas nossas gentes, pois essa invenção do demónio não existe neste país, como todos bem sabeides. Ide criar associações de prevenção, ide, a Associação da Família Normal, a Associação para a Prática dos Bons Costumes e a Associação de Defesa da Alma das Crianças Portuguesas. Lutaides, todos juntos, lutaides contra este vírus.
Que Deus salve e guarde as nossas alminhas!

domingo, junho 15, 2008

Medo

Quem estudou História, quem sabe o que aconteceu por esses séculos fora, quem viu as imagens nos livros de tudo o que o ser humano foi e é capaz de fazer, quem sabe que há apenas 60 anos fábricas para matar pessoas estavam a funcionar no mais sofisticado dos continentes, quem leu sobre a guerra, as guerras, os ódios, as ideologias abstractas assassinas, as fomes e as pestilências, o desejo de impor uma supremacia religiosa cortando cabeças se necessário, quem aprendeu todo este desfile de horrores sabe que as últimas décadas na vida da Europa (a ausência da guerra entre democracias) são o maior milagre político da história da humanidade. Sabe que os tempos que vivemos são absolutamente excepcionais. Esta coisa de nos preocuparmos com a nossa vidinha somente, de os nossos maiores problemas serem o colega de trabalho que dá connosco em doidos, a aulas de Pilates a horários que não nos dão jeitinho nenhum ou que a pessoa X não teve a decência sequer de nos retribuir com um telefonema, isto é uma vida de sonho. Cada vez que desço à terra e me lembro que são estes os nossos problemas, dou graças a Deus. Estamos longe de imaginar o que será uma vida dura.

Mas quem sabe isto sabe também como é extremamente frágil e reversível toda esta doce existência. Pessoalmente, sinto medo, ME-DO, quando ouço falar de gasolina que não chega aos postos de abastecimento, de comida que não há nas prateleiras dos supermercados, de greves e lock-outs em vários países em simultâneo, de preços que sobem até não ser mais possível suportá-los, de inflações que deixam as famílias sem saber como pagar o tecto que as abriga, de recessões e estagnações económicas em efeito dominó, de um oceano imenso idosos que um dia não terão jovens suficientes que lhes paguem a velhice. De gente desvairada que não tarda começa a encher as ruas bradando contra a decadência, os deboches, os vícios e as ineficácias da Democracia. A mim, assusta-me terrivelmente a hipótese de perder esta liberdade fútil de que gozamos hoje.

Quem sabe o que foi a História, sente um ligeiro desconforto em estar-se marimbando para os problemas do mundo e querer é saber se o Cristiano Ronaldo vai ou não para o Real Madrid. Mais tarde ou mais cedo, o mundo vai acabar por bater-nos à porta.

quarta-feira, junho 11, 2008

863 dias


Ou é impressão minha ou todos os outros são intoleravelmente pequenos quando comparados contigo

sexta-feira, junho 06, 2008

Grande homenagem a essa grande senhora

Há ano e meio previ aqui no blogue que o próximo presidente dos EUA seria um entre estes: Rudolph Giuliani, John McCain e Condoleeza Rice entre os Republicanos, ou Hillary Clinton, Al Gore e Barack Obama entre os Democratas.

Agora que já se sabe que teremos um duelo McCain-Obama, resta-me apenas prestar aqui homenagem a essa grande senhora que é a Hillary Clinton e que eu tanto queria de ver como presidente dos EUA. Que levou a guerra até ao fim e que sairá de forma digna. Uma mulher que se habituou a ser recorrentemente achincalhada pelas caretas expressivas captadas pelos flashes. Porque para algumas cabeças o pior que pode haver numa profissão de homens é uma mulher que é mulher: histérica, emotiva, aguerrida, zangada, eufórica... Bom, bom, bom, é mesmo uma Manuela Ferreira Leite, com carão grave e pose espartana. Isso é extremamente "credível".
E que pena! Que pena que o Grande Satã não vai ter uma mulher a liderar, que pena não deixar ainda mais espumantes os ayatollahs do Médio Oriente!

Obrigada Hillary! És grande!




















segunda-feira, junho 02, 2008

Os últimos dias de masculinidade plena


Este menino vai à faca na próxima semana para lhe ser retirada a virilidade, decidiu-se hoje no consultório. Apesar da decisão grave para o orgulho do Artur, ele portou-se à altura. Mesmo sob extrema pressão (patitas transpiradas sob a marquesa do veterinário), este gato é um gentleman no convívio com desconhecidos.

segunda-feira, maio 26, 2008

Patrocínio



Este blogue apoia Roger Federer no Roland Garros 2008

sexta-feira, maio 23, 2008

A minha contribuição para a saúde pública

Recebi um e-mail forward que diz o que fazer em caso de queimadura. Ora consta que é o seguinte: após uma queimadura grave, vamos lá, com água a ferver por exemplo, coloca-se as mãos debaixo de água fria durante uns minutos e depois passa-se com clara de ovo. Parece que isto anula o efeito de queimadura, garante quem teve a ideia e a pachorra de juntar aquelas informações e montá-las num powerpoint ranhoso.

Pois agora o meu caso, aparentemente também milagroso: ao tirar um tabuleiro do forno (a 210º) armada em boa (ou seja, só com uma mão), este escapou-se-me e tive que o agarrar instintivamente com uma mão descoberta e, na fracção de segundo a seguir, com a outra. Ou seja, acabei com um tabuleiro a escaldar, a maior dor que se possa imaginar, bem agarradinho pelas minhas mãozinhas suavezinhas e perfeitas. E que fiz? Besuntei as mãos com pasta de dentes. Três horas depois, já não tinha nada. Não acreditam? Então experimentem isto em casa.

Já sabem:

- clara de ovos
- pasta de dentes

De nada.

quarta-feira, maio 14, 2008

60 anos

60 anos, uma democracia parlamentar, um crescimento económico pujante, sete prémios Nobel, os melhores hospitais, as melhores universidades, a melhor tecnologia de ponta, uma criatividade cultural sem paralelo no Médio Oriente.

Os países vizinhos, com o dobro do seu tamanho e especializados em bater em mulheres, gays, infiéis e gente que pensa pela própria cabeça, querem apagá-lo do mapa desde o momento da fundação. Nunca conseguiram.

domingo, maio 11, 2008

quinta-feira, maio 01, 2008

Uau




"Não sei dizer qual é a minha diferença em relação ao Eng. Sócrates, mas isto posso garantir: nunca enganarei ninguém", Manuela Ferreira Leite aos jornalistas


Fantástico. Isto é o melhor que vamos ter como oposição ao "Eng.".

domingo, abril 27, 2008

Desilusão


Entusiasmada com o meu amor incondicional ao carpaccio de carne, pedi logo um bife tártaro no restaurante russo Tapadinha, em Alcântara. Mas a desilusão foi tremenda e só recomendo a estômagos com forte resistência à náusea. Tive que me consolar com o strogonoff que comi de prato alheio.

segunda-feira, abril 21, 2008

Dias da Música em Belém 2008


O melhor dos Dias da Música em Belém é ver tantos idosos e tantas crianças a encher os corredores do Centro Cultural de Belém. Para mim, o CCB é inteiramente merecedor da entrada na lista de monumentos nacionais.

sábado, abril 12, 2008

Ideias para o futuro

Iniciei-me recentemente na pintura.

Tenho vindo a tentar pintar uma cadelinha Retriever Labrador que me é muito chegada. O projecto está a meio gás, mas penso que serei capaz de levar o retrato a bom porto.

Mas tenho em mim ambições muito mais elevadas.
Há mesmo quem considere que o meu próximo projecto é demasiada areia para a minha camioneta, pela dificuldade de execução e pela profundidade extremamente complicada de atingir.

Pretendo esboçar uma obra que consiga juntar em si as influências de três grandes génios do século XX: Rothko, Malevitch e Mondrian.





Rothko - Vermelho, Branco e Castanho, 1957











Malevitch - Quadrado Preto e Quadrado Vermelho, 1915













Mondrian - Composição com Vermelho, Azul e Amarelo, 1930






Será que conseguirei?

sexta-feira, abril 11, 2008

Ideias para o futuro

Levar o Artur a concursos de beleza para gatos e fazer dele campeão nacional.

Patrocínio




Este blogue apoia Roger Federer no Estoril Open 2008.

quarta-feira, abril 09, 2008

acto de contrição

À atenção de todos os que julgam que odeio muçulmanos porque recorrentemente gosto de bater aqui no blogue nos amantes da selvajaria da Sharia, faço aqui o meu acto de contrição. Nas colunas, Cheb Mami, e acima da minha amizade a Israel, um cartaz um pouco menos ofensivo. Nas sugestões literárias, "Neve" de Orhan Pamuk.

Agradecida.

domingo, abril 06, 2008

TRICAMPEÃO 2005-2008


Durante a minha curta existência, já vi o Porto conquistar dois tricampeonatos (agora e em 1997), um pentacampeonato, um Taça UEFA, uma Taça dos Campeões Europeus (ousadia máxima!), uma Taça Intercontinental. Campeonatos nacionais a que estive atenta, foram uns dez. Mais não sei quantas Taças de Portugal. Infelizmente, nos anos 80 era demasiado nova para poder observar e vibrar com a primeira ronda de êxitos.


Ao outros, um conselho: desistam e rendam-se de uma vez por todas!


PS - dado que este é um post carregado da mais cega clubite, todo e qualquer comentário desfavorável será impiedosamente apagado!

sexta-feira, abril 04, 2008

Discurso do Primeiro-Ministro australiano aos Muçulmanos

Talvez um dia a Europa se decida a fazer o mesmo, sem medos.
Em vez de proibir o Islão, como pretende o deputado holandês Geert Wilders, defendo que deve ser esta a mensagem para os inúmeros muçulmanos que querem impôr a Sharia: aqui, impera esta lei, e mais nenhuma. Take it or leave it.

' Os imigrantes não australianos devem adaptar-se. É pegar ou largar!

Estou cansado de saber que esta nação se inquieta ao ofendermos certos indivíduos ou a sua cultura. Desde os ataques terroristas em Bali, assistimos a uma subida de patriotismo na maioria dos Australianos. A nossa cultura está desenvolvida desde há mais de dois séculos de lutas, de habilidade e de vitórias de milhões de homens e mulheres que procuraram a liberdade.

A nossa língua oficial é o Inglês; não é o Espanhol, o Libanês, o Árabe, o Chinês, o Japonês, ou qualquer outra língua. Por conseguinte,se desejam fazer parte da nossa sociedade, aprendam a nossa língua!

A maior parte do Australianos crê em Deus. Não se trata de uma obrigação cristã, de influência da direita ou pressão política, mas é um facto, porque homens e mulheres fundaram esta nação sobre princípios cristãos, e isso é ensinado oficialmente. É perfeitamente adequado afixá-lo sobre os muros das nossas escolas. Se Deus vos ofende, sugiro-vos então que encarem outra parte do mundo, como o vosso país de acolhimento, porque Deus faz parte da nossa cultura.

Nós aceitaremos as vossas crenças sem fazer perguntas. Tudo o que vos pedimos é que aceitem as nossas e vivam em harmonia e em paz connosco..'ESTE É O NOSSO PAÍS, A NOSSA TERRA, E O NOSSO ESTILO DE VIDA'. Oferecemos-vos a oportunidade de aproveitar tudo isto. Mas se vocês têm muitas razões de queixa, se estão fartos da nossa bandeira, do nosso compromisso, das nossas crenças cristãs, ou do nosso estilo de vida, incentivo-os fortemente a tirarem partido de uma outra grande liberdade autraliana, : 'O DIREITO de PARTIR. Se não são felizesaqui, então PARTAM. Não vos forçamos a vir para aqui. Vocês pediram para vir para cá. Então, aceitem o país que vos aceitou.'

sexta-feira, março 28, 2008

Festa de Lançamento Pisa-Papéis 2008/09





Crime e castigo


A peixeirada retratada tão oportunamente por telemóvel na Escola Carolina Michaëlis foi coisa que não me surpreendeu. Quem frequentou uma escola pública portuguesa, mesmo uma escola pública razoavelmente bem frequentada como eu frequentei, sabe bem o que por lá se passa. Não são casos isolados, são o quotidiano mais banal que se possa imaginar.

Tive aulas em que alunos estavam confortavelmente sentados em cima da mesa como se do bar da escola se tratasse, tive aulas em que a gritaria era tanta durante os “exercícios práticos individuais” que as professoras simplesmente desistiam e assistiam impotentes à rebaldaria, à espera que tocasse para a saída. Tive aulas em que os alunos contavam anedotas ordinárias aos professores. É verdade que também tive um ou outro professor à séria, dos que prometiam enfiar a cabeça na parede de um dos selvagenzinhos se este não se comportasse (isto funcionava). Mas o caos está mais ou menos generalizado na escola pública.

Durante uma dessas sessões educativas, disse à minha colega de carteira da altura: se isto fosse gravado e exposto ao país, ficava tudo parvo. Felizmente, a tecnologia fez-me o gosto. O episódio da Carolina Michaëlis é uma espécie de dia-a-dia no ensino público português e quem diz que não é porque não conhece ou simplesmente não o quer admitir. Não é preciso ir mais longe, basta contabilizar o número de professores que frequenta o psicólogo para percebermos o que temos em mãos. E também não é preciso chegar aos casos das agressões. Basta ficarmo-nos pela má educação generalizada permitida.

Isto é tudo mais interessante quando acabo de ouvir no telejornal da SIC um psiquiatra mesmo escolhido a dedo, pleno dos mesmos tiques daqueles que deram cabo da educação. Medidas repressivas? Ah não, a realidade é muito complexa, a realidade é multifacetada, a realidade é multifactorial, a realidade não é linear, a realidade tem muitas vertentes, é preciso compreender todas a variantes e complexidades e particularidades e agir de forma inclusiva e não restritiva. Já perdi conta ao número de vezes e de sítios em vi que este discurso repetido até à náusea. O problema destes teóricos de vão de escada é que com tanta complexidade multifactorial perdem de vista valores bem simples e singelos, como por exemplo o de cada crime ter um castigo. É uma coisa bem clara e que faz todo o sentido, mas não cabe de certeza em muitas cabeças cheias de blá blá blá abstracto de manuais académicos de toda a espécie. A recusa do psiquiatra em aceitar que nas escolas privadas tais cenas não acontecem - porque há um castigo à espera do prevaricador e todos o sabem - é sintomática. Mete dó.

Ok, concedo. Também há o problema dos pais. Os pais destes filhos também são um caso bicudo. Não conheço a realidade alheia, fora de Portugal, mas sei que cá dentro as gentes dividem-se da seguinte forma.
Há a grande maioria da população tuga, que eu cifraria em 70 %, e que é uma massa mais ou menos homogénea de broncalhões, mal-educados, grunhos, sopeiras, em suma, gentinha. Obviamente, daqui não podem sair bons exemplos. Mesmo quando não se interessam especialmente pelo rumo da educação dos filhos, abespinham-se quando sabem que este ou aquele professor tentou meter o rebento na ordem e vão lá eles próprios mostrar como é que é.
Depois, há cerca de 20 % de pessoas que, não cabendo propriamente na categoria dos broncalhões e dos grunhos, representam uma espécie de classe média com um ligeiro toque de novo-riquismo espiritual. Os filhos são deuses, recebem trinta prendas no Natal, aos dez anos já trocaram três vezes de telemóvel, mandam nos pais, são, no máximo dos máximos, adoráveis bons selvagens, têm uma personalidade forte. É deixá-los expressarem-se.
Por fim, sobram 10% de pessoas decentes e com nível. Mas talvez esteja a ser optimista, um milhão de pessoas em Portugal é muita coisa. Talvez sejam apenas 5%.

A escola pública fez-se para tirar Portugal do analfabetismo puro que se encontravam. Conseguiu-se alguma coisa, mas o resultado três décadas depois não é nada brilhante. Passámos do analfabetismo puro da maioria para a mediocridade confrangedora da maioria. Não é apenas o aluno que trata o professor como se este lhe fosse igual (doce perversão), é finalistas universitários que não sabem escrever português e mais de metade dos resultados dos exames nacionais de matemática do 9º ano serem negativos. É esta mediocridade insuportável que grassa, e só podia. Porque princípios simples e singelos como crime-castigo, trabalho-recompensa ou sacrifício-resultados aparentemente são tão difíceis de implementar. A ministra da Educação, que agora vem tentar concertar (invariavelmente por diarreia regulamentar) toda a porcaria causada pelo seu próprio ministério, mostrou bem o que pensa disto, quando disse isto à Judite de Sousa: não importa como os alunos passam de ano, desde que tenham nota para passar. Mais do mesmo.

segunda-feira, março 24, 2008

Post fora de horas

O comportamento humano tem coisas incompreensíveis. Não são apenas os desígnios divinos cujo significado nos escapa; os desígnios humanos também podem ser extremamente misteriosos. Como por exemplo isto: se me convém dormir entre 7 e 8 horas por noite, se me sinto cansada se não o faço, por que razão me estou a deitar à 1h da madrugada, quando amanhã é um longo dia de trabalho? Ainda mais estúpido: porque cumpro este ritual quase todos os dias?

Resposta: o comportamento estúpido consegue ser mais irracional do que o dos animais ditos cujos.

domingo, março 23, 2008

Síndroma de Domingo

A maioria dos Domingos arrasa comigo.
Melancolia, saudade do passado, angústia perante o futuro, incerteza e impasse, pessimismo cerrado. O Domingo é uma espécie de suspensão do tempo, em que existe uma revisão do que foi e uma previsão tímida do que será. É quase sempre assim.

Momento apropriado para tocar a minha musiquinha dos momentos tristes:

Hey, Jude, don't make it bad
Take a sad song and make it better
Remember to let her into your heart
Then you can start to make it better

Hey, Jude, don't be afraid
You were made to go out and get her
The minute you let her under your skin
Then you begin to make it better.

And any time you feel the pain, hey, Jude, refrain
Don't carry the world upon your shoulders
Well don't you know that its a fool who plays it cool
By making his world a little colder

Hey, Jude! Don't let her down
You have found her, now go and get her
Remember, to let her into your heart
Then you can start to make it better.

So let it out and let it in, hey, Jude, begin
You're waiting for someone to perform with
And don't you know that it's just you, hey, Jude,
You'll do, the movement you need is on your shoulder

Hey, Jude, don't make it bad
Take a sad song and make it better
Remember to let her into your heart
Then you can start to make it better

terça-feira, março 18, 2008

Que país é este?

Voos esgotados nas férias da Páscoa

Dois grandes pecados mortais

tenho eu cultivado com grande maestria nos dias que correm: a gula e a preguiça.
A dose de culpa que sinto não chega sequer perto da incapacidade de lhes resistir.

sábado, março 08, 2008

Dia Internacional da Mulher


Enquanto existirem países medievais governados por atrasados mentais, que apedrejam mulheres na praça pública, matam filhas e irmãs por causa de códigos de honra, impõem mutilações genitais, determinam a poligamia, os casamentos forçados e consideram a mulher uma escrava do homem, faz todo o sentido haver um dia destes.

quinta-feira, março 06, 2008

Ainda em jogo




Ai que vontade eu tenho de ver uma mulher na Casa Branca

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

mas os chineses vão levar a melhor

É precisamente pelo ramo da restauração que nós cá deste lado do mundo podemos ter um vislumbre da artilharia do capitalismo comunista inventado pelos chineses. No capitalismo comunista, o traço comum é a aceitação espartana do fardo. Os chineses odeiam de morte os japoneses, no entanto, vejam: já perceberam que podem lucrar vestindo a pele dos inimigos fidagais e montando um negócio que supostamente vende a marca Japão. Quando nas próximas décadas a China se tornar finalmente na maior das potências mundiais, eles dirão de nós: "tótós".

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

Como distinguir chineses de japoneses

Para começar, o aspecto.
Não, não sei dizer qual das duas espécies tem os olhos mais em bico. Mas os japoneses são bem mais bonitos que os chineses. Se me puserem uma foto de um chinês e de um japonês à frente, eu não sei dizer em que é que se distinguem, mas sei que o japonês vence claramente a corrida estética. Seja como for, os chineses (os homens) perderiam logo, mesmo que fossem bonitos, pelo simples facto de muitos deles usarem unhacas.

Outro factor que nos permite saber se estamos num restaurante japonês a sério ou num restaurante japonês feito por chineses é isto: nestes últimos, os que servem os clientes passeiam-se entre as mesas com ar de guardas vigilantes. Acredito que guardem cacetetes debaixo dos trajes exóticos. Sei que sinto medo e desconforto. Ah, e a comida, claro. Restaurante japonês feito por chinês é pleno de peixe cru duro e a saber a mofo, arroz excessivamente avinagrado e batatas fritas a passar no tapete rolante, o que torna uma experiência maravilhosa num pesadelo.

E há mais: este restaurante japonês feito por chineses perto do meu escritório tem uma especifidade que lhe confere ainda maior encanto: o desperdício paga-se. Ou seja, se não gostar e deixar no prato, paga por isso.

Isto a propósito do tema de capa da Time Out desta semana, sobre a moda do sushi em Lisboa. Num artigo sobre a profileração de restaurantes japoneses, faltavam lá estas dicas preciosas.

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

dia dos namorados

o meu amor satisfaz os meus caprichos, enche-me de jóias e leva-me a jantar ao Olivier.

sábado, fevereiro 09, 2008

742 dias


"O amor é o milagre da civilização"
Stendhal

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

You go girl

Fiz este teste para que me dissessem qual o meu candidato favorito às eleições presidenciais americanas. Aparentemente, estou próxima de um sujeito velhinho chamado Ron Paul que acha que os EUA se deviam retirar do mundo e viver happily ever after como se ainda estivéssemos no século XVIII.

Isto é uma asneirada. Obviamente, estou pela Hillary Clinton e sou uma fervorosa pelo sistema de saúde universal. Além disso, uma mulher que consegue superar desta forma a humilhação pública de o marido a ter traído com a secretária gorda terá sempre a minha simpatia e admiração.


segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Começou a contagem final para o divórcio




Sete meses é a minha aposta e vão alegar "diferenças irreconciliáveis"

A notícia mais importante do dia

A Marta é tia!

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

É possível um gato ronronar 24 horas por dia, 7 dias por semana?

Ao cabo de duas semanas de convívio com o Artur, reparei que não houve uma única vez que o tenha apanhado sem ronron. O gato ronrona, ronrona, ronrona, ronrona, ronrona, ronrona. Quando todos se calam, ouve-se o ronron. Quando ele se esparrama no nosso colo, está a ronronar. Quando está a berrar por comida, ronrona ao mesmo tempo. Quando salta para cima dos móveis a inspeccionar a área e fazer reconhecimento dos objectos, ronrona furiosamente. Creio que o gato nunca não ronronou. Isto é normal?

domingo, janeiro 20, 2008

alucinados


"Nunca tive tanta noção de o tabaco ser uma droga como nos últimos 15 dias, após ler textos alucinados por parte de colunistas habitualmente respeitáveis como Vasco Pulido Valente ou Miguel Sousa Tavares. O que eles têm escrito sobre a nova lei do tabaco, deitando mão a comparações que deviam envergonhar qualquer pessoa que tenha lido dois livros de História, é de tal modo inconcebível que só se explica pela carência de nicotina. Eles fingem que um café inundado de fumo é coisa que não incomoda ninguém. Eles chamam fascismo a uma decisão que chateia dois milhões de portugueses e protege oito milhões. E Sousa Tavares conseguiu mesmo a proeza de afirmar no Expresso, sem corar de vergonha, que a lei faz "lembrar, irresistivelmente, os primeiros decretos antijudeus da Alemanha nazi". Ora, isto não é texto de um colunista prestigiado - isto é conversa de um junkie a quem o dealer cortou na dose. Faço, pois, votos que os fumadores descompensados acabem de ressacar rapidamente, para o bom senso regressar e nós podermos voltar a lê-los com gosto."

João Miguel Tavares, DN de 15 de Janeiro de 2008

sábado, janeiro 19, 2008

terça-feira, janeiro 15, 2008

Patrocínio



Este blogue apoia Roger Federer no Australian Open 2008.

sexta-feira, janeiro 11, 2008

nada mais que isto

O que me incomoda mesmo é a minha mediocridade. Porque eu tento a todo o custo disfarçá-la, dar a ideia oposta até, mas esse feito está para lá da minha arte. Estou encurralada. O óbvio impõe-se, não existe outra hipótese que não a notícia da minha natureza: sou ligeiramente acima do sofrível.

Incomoda-me muito. Bem sei que nem todos podem ser excelentes. Génios só há um ou dois a andar por aí. Mesmo os médios-bons não são um grupo de entrada ilimitada. Há maus, burros, inaptos, gente com falta de jeito, gente que passa sempre ao lado, e com naturalidade, porque todos temos direito à vida. Eu sou razoavelzita, e que mal há nisso? Supostamente nada. Não deveria haver.

A minha mediocridade incomoda-me muito, por um facto que permanece intocável desde que me conheço: gosto muito de mim. Tenho muita ternura pela minha pessoa, quero estar rodeada do melhor (acho que mereço), gosto que gostem de mim, gosto que me admirem. Em suma, acho que sou passível de ser adorada. Quando faço tudo contrário, não tenho o hábito de me maldizer, de pensar coisas como "odeio-me!", "há tanto em mim que eu gostava de mudar", como faz muito boa gente. Não vivo nessa tribulação de sentir que a primeira pessoa de quem não gosto é de mim própria. Eu não.

Não que isto seja especialmente benéfico para a minha auto-estima, porque não é. Incomoda-me a minha própria mediocridade porque me incomoda que os outros não me vejam como fantástica. Quando eu era pequena, eu acreditava que ia ser a pessoa mais famosa do mundo.

quarta-feira, janeiro 09, 2008

Sim,


faço parte desse grupo de pessoas que está a ler o Jerusalém do Gonçalo M. Tavares e que está a gostar imenso.

quarta-feira, dezembro 19, 2007

acabou-se ou talvez não

A Asneirada tem a declarar que não sente vontade de declarar absolutamente nada.

Pior que isso, que não tem nem poderia nunca ter coisas boas e giras para revelar ao mundo, de resto o subtítulo do blogue já devia ter preparado de antemão todos os que aqui entram - "blogue sobre nada". A Asneirada tem a declarar que não lhe subjaz razão alguma para existir nem subsistir, a não ser um instinto primário e infantil de marcar território (como os gatos) e montar um estaminé no mundo virtual.

A Asneirada tem a declarar que a sua proprietária não tem pachorra, definitivamente, para abrir o blogger, pôr o e-mail e a password, escrever o texto e linkar quando tem que ser, deixar a sua opinião e contribuir para mudar o mundo. A Asneirada é profundamente céptica, ultimamente encolhe os ombros a quase tudo, e não se leva minimamente a sério. A Asneirada declara ainda que não terá paciência, vai-se já avisando, para comments e reacções do estilo "mas que post foi aquele, pá??".

A Asneirada declara que este blogue é, quanto muito, uma perda de tempo na vida da proprietária. Pois esta, em vez de ter aberto o blogger, inserido o e-mail e a password, e escrito um texto (sem links, felizmente) que não vai de todo mudar a vida da humanidade, devia estar a ler «Platon et le Simulacre» de Deleuze, e se querem que eu diga sobre o que é, apenas posso dizer que não faço a mais pálida ideia, mas está na bibliografia obrigatória do meu mestrado.

A Asneirada tem a declarar, não obstante o óbvio desprezo pelo seu conteúdo, que nunca está satisfeita com o seu aspecto e que precisa de ir frequentemente ao cabeleireiro e à manicure. Mais vale parecer do que ser, é o que isto significa. A Asneirada reconhece e não tem problemas em admitir que é um blogue fútil. Se subsistir, nova ida ao salão já está marcada na agenda.

A Asneirada declara que a sua proprietária sente que não pode continuar a desperdiçar o seu tempo com a sua Criação, pois acredita que se não é hoje uma pessoa melhor, mais valorosa e mais íntegra, é porque desgraçadamente o dia só tem vinte e quatro horas (e oito delas são para passar na cama) e porque ao longo dos últimos tempos foi obrigada a fazer escolhas difíceis e definir prioridades que a afastaram dos seus companheiros de rumo de sempre. A proprietária d' A Asneirada sente-se genuinamente triste e derrotada por isso.

A Asneirada declara que a sua proprietária acaba de atravessar o pior ano da sua vida. Este é por isso o último texto de 2007. Que este ano acabe o mais rapidamente possível, é o que deseja a Joana, que está cansada e que já não aguenta viver nele (2007) muitos mais dias. A Asneirada deseja a todos portanto um bom Natal, já que o seu próprio não será grande coisa, e que deixem todos para trás este ano tão nefasto. Em 2008, logo se vê se o blogue continua.

manifesto extremamente irritado

odeio chuva com todas as forças do meu ser

e quem diz que gosta do Inverno, das duas uma: ou não sabe o que diz ou então adora sofrer!

sexta-feira, dezembro 07, 2007

grandíssima descoberta

Alecrim às Flores - Travessa do Alecrim, Lisboa


Lombos de dourada com molho de azeite, limão e coentros, e cubos de salmão com molho de vodka. Grande noite.


Referência obrigatória à inevitável Inês, a maior conhecedora de restaurantes que esta cidade já viu nascer.

quarta-feira, dezembro 05, 2007

terça-feira, dezembro 04, 2007

4 de Dezembro

Hoje comemoram-se 27 anos sobre (acidente? atentado?) a morte de Francisco Sá Carneiro, Snu Abecassis e Adelino Amaro da Costa em Camarate, e é também o dia de anos da minha mãe.

Eu nasci a 11 de Setembro e o meu pai a 11 de Março.

Por tudo isto, já sei quando será a próxima tragédia de contornos presumivelmente assassinos: a 6 de Setembro, que é quando faz anos o meu irmão.

sábado, dezembro 01, 2007

parabenização

Soube agora que o Bobina e Desbobina (aqui à esquerda na secção "amiguismos e clientelismos") apareceu na página de blogues do Público.

Isto é nitidamente a malta de CPRI 2001-2005 a subir na vida.

Parabéns!

perderam a cabeça!


Esta é a grande notícia da semana. Qual cimeira de Annapolis, qual Portela + 1, qual greve da função pública...

A cabeça que se lembrou de um nome destes para operadora de telemóveis, que após longo retiro para reflexão chegou à conclusão que "fónix" é a expressão ideal apelar às camadas jovens deste país, é um génio do marketing.

quinta-feira, novembro 29, 2007

artistas emergentes

Jorge Cruz

"galo de combate"









Espero um dia ter este quadro na parede do meu escritório.

domingo, novembro 25, 2007

I lost myself on a cool damp night
I gave myself in that misty light
Was hypnotized by a strange delight
Under a lilac tree
I made wine from the lilac tree
Put my heart in its recipe
It makes me see what I want to see
and be what I want to be
When I think more than I want to think
I do things I never should do
I drink much more than I ought to drink
Because it brings me back you

Lilac wine is sweet and heady, like my love
Lilac wine, I feel unsteady, like my love
Listen to me... I cannot see clearly
Isn't that she coming to me nearly here?
Lilac wine is sweet and heady, where's my love?
Lilac wine, I feel unsteady, where's my love?
Listen to me, why is everything so hazy?
Isn't that she, or am I just going crazy, dear?
Lilac Wine, I feel unready for my love,
feel unready for my love

sábado, novembro 24, 2007

Grandes tretas














"sou melhor cantora pelo facto de ser médica, porque percebo o que são as pessoas no dia-a-dia, ouço as suas queixas, sei que não têm dinheiro para medicamentos
"


Katia Guerreiro às Selecções do Reader's Digest


Katia Guerreiro é aquela mulher, médica e fadista que cada vez que dá opinião, começa sempre assim: "Eu, como mulher, médica e fadista, penso que...".

quarta-feira, novembro 21, 2007

Convalescente

Após uns dias violentos e extenuantes (até ao hospital fui levar soro - sim, sim, eu não me canso de reforçar este pormenor) com uma gastroentrite, eis-me de volta, ainda não totalmente recuperada mas já pronta para algumas curvas. Neste processo, cheguei à conclusão de que afinal não gosto dos chás da Rituals (belíssima marca para outros produtos), são praticamente todos iguais com aquele travo amargo. Da doença surgem por vezes reflexões e conclusões importantes.

Por isso, e porque na verdade não tenho nada de interessante para dizer (apesar do apoio que amigos me prestam na caixa de comentários :) ), deixo-vos com um momento lúdico, na music box para esta semana: José Cid anotado.

Beijinhos a todos e até breve

sábado, novembro 03, 2007

Objectos de charme


my beloved moleskine

quinta-feira, novembro 01, 2007

Três dias que vão saber a eternidade



Boa viagem e bons passeios por Camden Market...

*

terça-feira, outubro 30, 2007

Futurologia




O mesmo que o ano passado.

Oito jogos, oito vitórias, oito pontos de vantagem.

quinta-feira, outubro 25, 2007

Recomendação e indagação


Recomendo vivamente a Time Out Lisboa. Começará por certo a fazer parte dos meus rituais semanais.

Uma objecçãozita apenas. A única parte má foi a secção "gay", dedicada a "Deborah Kristal", a/o (nunca sei) travesti mais famoso de Lisboa.

São coisas que irritam. Já o Pride 2007 na Praça do Comércio (auto-intitulado "lésbico, gay, bissexual, transgénero e hetero") não passou de um desfile horrendo de transformistas em palco.

A pergunta impõe-se: PORQUE RAIO?

domingo, outubro 21, 2007

Brejeirice

É impressão minha ou os Gatos Fedorentos vão de mal a pior? O Diz Que É Uma Espécie De Magazine faz-me lembrar O Herman quando começou a descambar para a ordinarice. Que pena! O que ainda salva o programa são os tesourinhos deprimentes da televisão portuguesa (mas se eu pudesse escolher, sem os comentários dos Gatos pelo meio).

sábado, outubro 20, 2007

A sugestão do Chef

Eu sei que há quem me acuse de fazer uma publicidade desmesurada a este restaurante, mas a verdade é que desde que o comecei a recomendar, toda a gente passou a ser fã. Eu adoro adoro adoro este sítio. O Spaghetti Mamma Rosa é delicioso e só de pensar nele fico a salivar.

O Mamma Rosa fica na Rua do Grémio Lusitano, no Bairro Alto, e é a antítese dos novos restaurantes italianos que querem ser ultra chiques e sofisticados na decoração e nos pratos. É pequenino, parece uma casa de lenhador, tem toalhas à italiana (riscas cruzadas verdes e brancas) e aquele ambiente intimista. É o máximo!

Adenda: a Inês passou por aqui e sentiu-se muito sentida por não ter sido referida na descoberta do Mamma Rosa. Fica a homenagem à senhora que mais sabe de restaurantes na capital de Portugal (a sério, she's the one).

quarta-feira, outubro 10, 2007

Ela está em Bilbao



é este o rio de que me falas?









A pessoa que é, por si só, a definição exacta e perfeita de amizade, encontra-se neste momento noutro país, a cuidar de si (e só faz é bem). Se quiserem saber que pessoa extraordinária é essa, têm que se deslocar até Bilbao. É a Marta. Muitos beijinhos e muitas felicidades nessa tua aventura, e um até breve já cheio de saudades.

Faz-se o que se pode

Este blogue pode ter conteúdos de porcaria, mas pelo menos tem muito bom ar.

sábado, outubro 06, 2007

Não estou nessa droga








Cada vez mais se me revela que o Hi 5 é um antro de descerebrados, cultivado por descerebrados e feito propositadamente para os descerebrados deste mundo se expressarem. Como é possível que as pessoas exponham tanto da sua vida, mostrem trinta mil fotos suas (na escola, no jardim, no centro comercial, na casa de banho), revelem informações pessoais e se submetam ao ridículo de forma tão consciente? Sim, o que leva as pessoas a quererem ser ridículas? - se isto não é intrigante, eu não sei o que é!


E como é possível que gente com idade para ter juízo tenha perfil no Hi 5? Ao que parece, a página pessoal no Hi 5 consta de muitos CVs profissionais. Este antro de badalhoquice não é um exclusivo para teenagers, os pais também andam lá.


É pois com prazer que digo...


NÃO ESTOU NO HI 5 E TENHO ORGULHO NISSO! (espero que este slogan se torne moda)
24 anos, velha carcaça.