segunda-feira, setembro 22, 2008

O poder do gato


Às vezes não me importava de ficar em casa o dia todo a passar-lhe a mão pelo pêlo e a ouvir o seu ronron quente e regalado. Ele olhar-me-ia com o seu olhar altivo habitual, como que a ordenar que toda a minha atenção babada permaneça concentrada nele. Seria uma vida imaculada, tudo faria sentido e o cosmos estaria em harmonia total.

3 comentários:

Anónimo disse...

: ) Beijos* Pat

Ó disse...

Só o ar altivo com que ele olha para a máquina fotográfica!

pp disse...

ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh....

24 anos, velha carcaça.